November 20, 2009

eu já me devia conhecer...

Escrevo a mensagem ao meio-dia... leio, releio, corrijo. Não, não posso fazer isto. Deixa-te estar quietinha. Penso, repenso, releio, altero. Pouso o telemóvel. Tenho que pôr um travão nisto. Releio a última blue-sms. Raios, apetece-me responder. Mas a situação é tão complicada... não posso deixar provas do crime por escrito. Mas... bolas, eu quero responder. Pego no telemóvel, releio. Pouso o telemóvel.

(...)

Entro em casa a correr. Pego no saco da ginástica. Pego no telemóvel. Quero lá saber, eu quero responder, e eu vou responder. Seja o que Deus quiser. 18:32 Pego no telemóvel, transformo o rascunho em mensagem enviada. Saio de casa. Entro no carro. 18:34 Blue-sms... 

versão ele  versão ela

Versão homem: Ele achou mesmo que tinha perdido a pen, nada mais natural do que enviar uma mensagem a perguntar se a tinhas encontrado.
Versão mulher: Claro que ele não perdeu pen nenhuma. Mal se apanhou com o teu número de telemóvel nas mãos, os dedos correram para as teclas e ele tinha que ter uma desculpa para te mandar a mensagem-quebra-gelo-e-abre-portas... O melhor que lhe ocorreu (e que não foi nada mal pensado) foi dizer que tinha perdido a pen na reunião. Agora diz lá se a estratégia resultou ou não resultou... Lembras-te do que fizeste para trocarem números de telemóvel?!

(não tou cá... cof cof cof...)

November 19, 2009

e as fases vão-se seguindo como o esperado

Abriu a época das blue-sms.

November 18, 2009

A tua linguagem corporal fica diferente quando estás ao pé dele.

Ó minha amiga, pudera! Vejamos então:
ponto 1) ele é homem;
ponto 2) ele é um pedaço de mau caminho;
ponto 3) eu não sou de ferro;
ponto 4) ele tem uns olhos azuis hipnotizadores;
ponto 5) eu ando com o coração entalado no esófago há uma série de dias;
ponto 6) ele tem aquele ar quietinho e indiferente que me faz querer descobrir o que é que está por baixo daquela capa;
ponto 7) ele tem uma voz que me embala os ouvidinhos;
ponto 8) já falei dos olhos?

Tenho cá p'ra mim que a blue crush está em fase crescente... vou ali bater com a cabecinha numa esquina bem afiadinha p'ra ver se retorno à realidade e recupero a minha sanidade mental...

consigo fingir indiferença, mas não vale esticar a corda

Blue-boy: Se calhar achou que éramos namorados...
Rosa: Glup...
Rosa: (muda de assunto)
Blue-boy: (transforma-se num pele vermelha)

5 minutos depois

Blue-boy (já com a sua cor normal): Às tantas achou que eu era teu namorado...
Rosa: É bem possível...
Rosa: É bem possível que ela tenha achado... 
Rosa: Não é que pudéssemos ser...
Rosa: Quer dizer... poder podíamos...
Rosa: (transforma-se num pele vermelha)

tenho uma gargalhada fácil, é o que é

Há dias, numa aula, o professor falava sobre icebergues e a dada altura, sem se aperceber disse qualquer coisa do tipo um icebergue num trópico. Turma não reage (estariam a ouvir?), até que um aluno mais arrebitado chama a atenção Ó professor, disse trópico, não queria dizer antes pólo? E o aluno mais inerte da turma, com um ar completamente alienado diz com a maior seriedade e com uma voz possante Olha, olha... podia muito bem ser um icebergue em férias! Professor não reage, restantes alunos não reagem. Investigadora (eu!) não resiste e dá uma sonora gargalhada... até que se apercebe que mais ninguém apreciou o sentido de humor do moço alienado, se cala e enfia os olhos no chão na esperança de ser engolida pelo soalho da sala de aula.

November 17, 2009

suspirando...

E os olhos dele mudam de cor e tudo. É assim tipo ter ao lado uma daquelas galinhas* que passam de azul a lilás e outras cores mais consoante o sol e a chuva que faz lá fora. Só de pensar nas vantagens... é acordar de manhã e nem precisar de abrir a persiana para saber o que nos espera lá fora, basta olhar para o lado e esperar que ele tenha os olhinhos abertos. Sim, é que só me ocorre mesmo essa vantagem... cof cof cof

*alguém que me diga que sabe a que é que me estou a referir!

o que me ocorre dizer é tão simplesmente isto:

aaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

(o amanhã do post anterior era hoje, foi escrito depois da meia-noite)

aaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

(por que, mas por que razão é que eu só consigo achar interessantes os homens que têm um sem número de problemas colados a eles?)

aaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

vamos mazé ao que interessa:

Amanhã vou-me encontrar com a blue-temptation.
Amanhã é dia de blue-eyes-boy.
Amanhã vou estar no hipocentro da blue-crush.

E vou de combinação vestidinho por estrear e botinhas lindas, novinhas e com muitos penduricalhos.
E vou ter que fingir que ele é apenas mais um... (não há por aí uma vidinha normal a mais para mim?)

November 16, 2009

p'ra mim era o Natal bem depressinha que estou a precisar de férias

Estar de consciência tranquila e agir de acordo com os nossos princípios nem sempre é tão simples como aparenta ser. Porque há dias em que há coisas duras que não podem ficar silenciadas, porque por muito que se tenha razão custa atirar as farpas cá para fora. Porque a pessoa que está a ouvir merece aquilo e muito mais, mas nós até temos coração e sentimentos e esses acessórios todos que o outro desconhece, e calculamos que não deve ser fácil ouvir aquelas verdades despidas de floreados. Porque se sente pena (e se bem me lembro foi a segunda vez na vida em que senti pena de alguém). Porque me dói que uma relação (neste caso profissional) chegue a um extremo destes. E porque sei, que apesar de tudo, isto não fica por aqui, e depois do round 2, outros se seguirão, de tempos a tempos.

E eu, que devia andar a flutuar por aí, a ter blue-dreams e a congeminar maneiras de o encontrar por mero acaso, dou comigo a sonhar (ter pesadelos?) com pessoas que não merecem e que me tiram o sono pelas piores razões. Irra! Posso ter descanso pelo menos enquanto estou a dormir? Muito agradecida.

November 15, 2009

parece que eles ficaram com os olhos em bico

Japonesa mata seis homens que conheceu pela Internet.

November 13, 2009

retiro o que disse,

afinal a blue crush mantém-se. Nem é preciso vê-lo, basta ele dar sinal de vida.
Vou então para fim-de-semana com um belo nó no estômago...

blue crush em standby

Eu juro que isto é propositado. Deve-lhe passar pela cabecinha um pensamento do tipo "Ah, andas contentinha? A flutuar em nuvens estranhamente azuis? Então toma lá mais uma chatice, como tantas outras que já te arranjei, p'ra ver se esse sorriso estúpido te sai da cara". E saiu, que se há coisa que não me deixa indiferente são pessoas parvas, mesquinhas, incompetentes e limitadas, com atitudes a condizer com as características das próprias.

Sendo assim a minha blue crush está em standby até o meu humor melhorar. Lá p'ra terça, que é quando me tornarei a cruzar com aquele ser que prova a existência de uma entidade divina.

Nos entretantos... parece que faço anos... amanhã. Volto a ter dois algarismos iguais na idade. Para comemorar o evento bem que podia receber aquela prenda... azul! Pronto, não podendo ser pode ficar para o Natal, eu sou paciente. E ao contrário do que alguém diz por aí (e o alguém podia ter link), não é preciso a prenda vir apenas vestida com um lacinho vermelho à volta do pescocinho. O despir também tem os seus encantos, ora essa!... 

November 10, 2009

blue-eyes-boy

Às vezes escaldamo-nos de tal forma que morremos para o mundo, ou para certas partes do mundo. Ora, eu entrei em hibernação durante longos tempos. Homens, o que é isso? Pusessem-me o Johnny Depp à frente que nem assim eu arrebitava desta latência. No entanto, há sempre um momento em que se reacorda, se abrem os olhinhos e se repara no que nos rodeia. Ou então é ao contrário: há ali qualquer coisa por perto que nos impele a esbugalhar os olhos. 'Ah, que maravilha!', pensam todos. Seria, sim senhora, se o motivo que nos trouxe à vida de novo não tivesse colado a ele um enorme sinal proibido. E se é sabido que o fruto proibido é o mais apetecido, há aquelas pessoas (leia-se: eu) que vão além disso e não resistem a passear à beirinha do abismo e a espreitar lá para baixo de vez em quando. 

Dizia-me um amigo, há uns anos, que eu tinha o botão da sedução sempre ligado, que me corria nas veias e era mais forte que eu. E mesmo assim um dia ele desligou-se. Então e agora que voltou ao activo em todo o seu esplendor, eu tenho que fingir indiferença? Sim, eu finjo muito bem. Mas é isso que quero? Não é.

E depois o dia hoje começou mal, antevêem-se uns problemazitos durante os próximos dias e o que é que me faz esquecer fúrias e incompetências? Qual chá de tília, qual quê? Basta-me ver de raspão aqueles olhos azuis que o mundo em redor desaba e tudo quando é pensamento mau desaparece. É certo que surgem alguns pensamentos pecaminosos, mas essa é outra conversa.

Pronto, por tudo isto vou ali fingir indiferença e fazer de conta que não é nada comigo... ora, pois claro... é que é mesmo isso...

continuamos nas reticências ou da importância da sua localização

'Faço questão de passar no gabinete...será um prazer...'

Se umas simples reticências a seguir à palavra reunião deram origem a meia dúzia de linhas, umas reticências a seguir à palavra prazer davam para escrever um tratado...

November 9, 2009

a importância das reticências

O mail chegou. Assunto: 'Reunião'. Ela bate palminhas quando vê o remetente, e executa uns movimentos estranhos algures entre a dança da chuva e uma fuga desesperada a um enxame. Demora para aí 15 minutos a escrever a resposta que, basicamente, dizia que a reunião podia ser na quinta às 18. Está bem que as palavritas são poucas, mas há que as medir bem e confirmar se os pontos, vírgulas e afins estão todos no sítio. Não há cá lugar a falhas. Afinal é a primeira (e se calhar única) reunião a dois, as oportunidades não são para desperdiçar. E, na hora em que carrega no send repara que o assunto não é:

'Reunião'

é antes

'Reunião...'

Se vocês são homens perguntam: 'E qual é a diferença? O moço carregou no ponto final três vezes sem dar conta... Olha a grande coisa!'

Se são mulheres, como ela, dissertam sobre os três pontinhos... Sim, porque entre 'reunião' e 'reunião...' existe uma diferença imensa. 'Reunião' significa um encontro de trabalho. Ponto final. 'Reunião...' pode significar tudo. O que é que ele quis dizer ao escrever aqueles três pontitos? Sim, porque as reticências não estão ali por acaso. Se só queria uma reunião não escrevia os '...'. Será que há cafézinho depois da reunião? Será que há cinema depois da reunião? Será que há toques de mãos casuais, sem o serem, durante a reunião? Será que haverá efectivamente reunião? Convirá marcar a reunião num sítio isolado onde nunca ninguém vai?

(ser mulher é muito complicado, não há nada a fazer quanto a isto...)

é o que dá ter uma grande capacidade de adaptação

Eu não tenho borboletas na barriga, que isso é coisa primaveril e o frio anda por aí à espreita. Eu tenho um novelo que cresce  a olhos vistos e que a continuar assim me vai transformar num balão, mais dia menos dia.

November 6, 2009

de como eu me conheço tão bem

Vou passar o fim-de-semana descontraidamente e a partir de segunda hei-de estar coladinha ao mail, a fazer refresh de 5 em 5 minutos.

November 5, 2009

o anjinho e o diabinho que moram em mim

Diabo: Faz os que te apetece e ponto final.
Anjo: Porta-te bem, já tens idade para isso.
Diabo: Já sabes que não te apaixonas a cada virar de esquina, por isso é aproveitar quando acontece.
Anjo: Achas que faz algum sentido aquilo em que te estás a meter?
Diabo: Vive o hoje, sabes lá como vai ser o amanhã.
Anjo: Já sabes que no final de contas daí não há-de vir nada de bom.
Diabo: Já encontraste mais alguns olhos assim ao longo da tua vidinha?
Anjo: O que conta é o que está escondido lá dentro.
Diabo: E mesmo aquilo que não se vê promete. Tu até sabes que raramente te enganas nessas coisas.
Anjo: Já reparaste bem nos amigos dele?
Diabo: Quem é que te interessa afinal: ele ou os amigos?
Anjo: Uma vez na vida foge do politicamente incorrecto e segue as regras.
Diabo: Nunca seguiste a norma, por que é que há-de ser agora?
Anjo: Ele não tem nada em comum contigo.
Diabo: Vocês não se reencontraram este tempo todo depois por mero acaso, não desperdices esta oportunidade, que de certeza que não se vai repetir.
Anjo: Mostra que és adulta e responsável.
Diabo: Há lá coisa melhor do que sentires-te adolescente outra vez.
Anjo: Pensa nas consequências.
Diabo: Lembra-te dos olhos azuis...

...
...

é de pessoas assim que eu gosto

Tinha uma reunião com gente importante e cinzenta, precisava de um portátil e o dele estava avariado. Levou o Magalhães do puto. 

Quando lhe perguntei pela reacção dos colegas de reunião respondeu: "Riram-se, mas eu quero lá saber! Aquilo é um maquinão!"

das coisas que ninguém deseja

Ter um vizinho de cima que acha que é um génio saxofonista.

November 3, 2009

para daqui a uns tempos (se for preciso)

Este post é só mesmo para eu me lembrar que hoje tive perfeita noção do precipício.
Assim, se daqui a uns tempos andar a dar com a cabecinha na parede, não terei razões para dizer "Como é que eu me fui meter nesta confusão?", porque tive plena noção do que poderia vir a acontecer. 

inspira, expira... mas hoje é mesmo mais suspira 

November 1, 2009

era um bocadinho de frio, faxavor

Será que a chuva podia ir embora e podia vir um bocadito de frio? Não faço questão que a Primavera em tempo de Outono se vá embora, mas se tem mesmo que ser, que a chuva fique em standby mais umas semanas e que as temperaturas baixem para eu poder usar os lenços, écharpes e cachecóis que vieram comigo de Istambul. Agradecida.

se o texto que acabei de enviar for aceite...

... sou um génio.

(não estou muito convencida do sucesso da coisa, mas daqui a um mês já haverá novidades)

October 28, 2009

o Sol que brilha cá dentro

Se durante muito tempo tive (muita!) razão de queixa de uma das pessoas com quem trabalhava, neste momento só me ocorre dar pulinhos de contente por, ultimamente, me cruzar quase todos os dias com pessoas que valem mesmo a pena. Não há fome que não dê em fartura, é o que é. Que assim continue.

Se muitas pessoas sentem que a sua capacidade de trabalho vai por água abaixo quando a vida sentimental anda pelas ruas da amargura, eu funciono ao contrário: sei que a minha vida pessoal passa a ser nula (ou abaixo disso) quando o lado profissional anda triste e amargurado. Ora, andando eu feliz e contente profissionalmente, dou comigo a olhar em redor e a ver pessoas interessantes em quem nunca antes tinha reparado. (É certo que em algumas eu não devia reparar, mas se assim fosse não seria eu, que eu gosto é do que não devia e do que não interessa a mais ninguém!).

O Verão que se faz sentir cá fora também mora dentro de mim.
Ando morta de cansaço, a adormecer no sofá com o portátil em cima das pernas e um artigo nas mãos, mas feliz.

October 23, 2009

a actriz que habita em mim

Tive a primeira prova de fogo e sobrevivi.

E agora brindemos à minha capacidade de fingir indiferença.

memórias turcas III

Ele ofereceu-me um recuerdo (um alfinete que o próprio espetou no meu casaquinho, quase à revelia) e quis tirar uma fotografia.

October 22, 2009

memórias turcas II

Ele ameaçou matar-se se eu não voltasse para trás.

memórias turcas

Ele perguntou-me quantos maridos tinha.

October 16, 2009

mais uma

quase a dizer adeus

October 15, 2009

dança do ventre... em Istambul

October 11, 2009

pronto, já visitei um harém

olá de Istambul


October 6, 2009

coisas do demo

Eu bem disse que se avizinhavam tempos difíceis...

A única coisa que me ocorrer dizer é:
"E não nos deixeis cair em tentação."

October 4, 2009

no fundo da gaveta

Sei lá quantos meses depois (para aí dois anos e tal) clico no link e entro nos domínios virtuais de alguém que um dia entrou no meu mundo real. Leio, sem grande entusiasmo, e salvo raríssimas excepções, não reconheço o estilo que me piscou o olho na altura. Ou estou esquecida, ou mudei eu, ou mudou ele, ou mudou tudo, que me parece a razão mais provável.

Há uns longíquos dois anos achei-o a pior pessoa do mundo. Na altura, possuída pela fúria e pela raiva, se me tivessem dado oportunidade, tinha-lhe dado umas valentes dentadas. Bom, dentadas das más, que das boas dei. Ora aí está uma das poucas boas recordações que o rapaz me deixou... Adiante. Hoje até tenho pena do moço. Apanhou-me numa fase especialmente má (a pior de todas, diga-se em abono da verdade!) e eu, qual granada, explodi-lhe nas mãozinhas. Cada um usou o outro em seu proveito, e cada um acusou o outro do pior que pôde e da maneira mais mesquinha de que se lembrou. E é nestes momentos que eu penso a maravilha que é estas coisas acontecerem com quem está longe e que se sabe que nunca mais se vai ver. Um descanso.

parêntese

Poder falar com alguém sem estar a fazer uma triagem do que dizível é das melhores coisinhas que me pode acontecer. É a terapia perfeita. Não querer impressionar ninguém, não ter a preocupação de querer deixar uma boa imagem. Ser quem se é e ponto final. Sem floreados, sem adornos cor-de-rosa e sem esbater as esquinas. E ele ouvia-me com um sorriso que a dada altura me pareceu ligeiramente preocupante. Depois perguntou-me se era sempre assim, se me mostrava sempre transparente com o mesmo desprendimento. Que não, que o haver um prazo, o haver um não-futuro-certo, o estar a viver um momento que mais não é que uma bolha no tempo e no espaço me despe de carapaças e me liberta. 

e pronto, já estou por cá...

... mas de hoje a oito já andarei a deambular por Istambul. 

Ai, vida complicada esta!

October 2, 2009

não é que já não soubesse,

mas ser uma viajante solitária tem muito que se lhe diga...


October 1, 2009

não podia ir embora sem tirar esta fotografia

é em Viena, como podia ser noutro sítio qualquer (não resisto a aquários)


September 30, 2009

lei de Murphy

Fui ao Prater, entrei na roda gigante e a máquina fotográfica ficou, imediatamente, sem bateria.


(Amanhã volto lá! 
As fotos tiradas com a polaroid (faz de conta, é Fuji) ficaram lindas de morrer.)

September 27, 2009

Rosa@Viena penthouse (esta semana promete)





Mas agora queria era saber os resultados das eleições. Estou roídinha por não ter podido votar.

fui eu que disse que não tinha vontade de fazer as malas? já estou (feliz e animada) em Viena


September 26, 2009

não me apetece nada fazer a mala...

a Eslovénia é, decididamente, um destino a repetir

September 25, 2009

depois de uma tarde a deambular por Liubliana, só me ocorre dizer:

há homens muito, mesmo muito bonitos por estes lados.


Posso ficar mais uns dias?

September 23, 2009

os eslovenos são simpáticos e afáveis, mas os sinais de trânsito deles deixam-me com a pulga atrás da orelha



September 15, 2009

tenho cá para mim que estou a receber sinais divinos

Vou navegar no 'Prince of Venice'.

onde é que está o príncipe?

No espaço de 4 meses é a segunda vez que tenho um jantar de gala num castelo.